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Com o advento da NF-e, muitos dos processos
internos das empresas puderam ser automatizados,
garantindo maior segurança, integridade
das informações e redução
de custos operacionais. Softwares passaram
a ser essenciais nesses processos.
Os Documentos Fiscais eletrônicos,
principalmente a Nota Fiscal eletrônica,
proporcionaram a remodelagem de alguns processos
dentro das empresas. A gestão de faturamento
e recebimento de mercadorias pôde ser
medida e melhorada e a interação
com clientes e fornecedores pôde ser
trabalhada de forma mais dinâmica.
O que é possível fazer agora?
Nota Fiscal eletrônica de Saída
Ao emitir uma NF-e, a empresa pode encaminhar
o DANFE e o arquivo XML da Nota eletrônica
para o seu cliente por e-mail. Isso permite
que na outra ponta o cliente possa verificar
se as informações estão
corretas e programar com antecedência
o recebimento da mercadoria.
Nota Fiscal eletrônica de Entrada Ao
receber uma mercadoria e de posse do DANFE,
a empresa pode conferir se a NF-e está
realmente autorizada na SEFAZ e verificar
se o fornecedor encaminhou o arquivo XML da
Nota. Com as informações do
DANFE a empresa pode efetuar a entrada dos
dados em seu sistema de gestão.
Como é possível automatizar
esses processos?
Nota Fiscal eletrônica de Saída
Quando a empresa emite a NF-e, além
de encaminhar o arquivo ao cliente por e-mail,
ela também pode disponibilizar um ambiente
web para que o próprio cliente possa
acessar o documento eletrônico e proceder
com o armazenamento do mesmo, ou fazer sua
reimpressão.Para o cliente final este
é um recurso interessante, pois durante
o mês ele poderá efetuar mais
compras e receber mais Notas eletrônicas
por e-mail. Ao invés de procurar os
arquivos das Notas eletrônicas entre
os e-mails recebidos, ele poderá acessar
o ambiente web do fornecedor e efetuar o download
de todos os arquivos de um determinado período
(semana, mês, etc) de uma só
vez.
Nota Fiscal eletrônica de Entrada
Ao receber uma mercadoria, o recebedor não
precisa efetuar manualmente o processo de
conferência da Chave de Acesso da NF-e
no site da SEFAZ, nem conferir se o fornecedor
encaminhou o arquivo XML. Todo esse processo
de recepção e validação
da NF-e pode ser feito automaticamente por
um Software.De posse do DANFE, a empresa necessita
dar a entrada das informações
em seu sistema de gestão. Também
não há a necessidade de efetuar
esse processo de forma manual, digitando as
notas uma a uma no sistema de gestão.
Há software de gestão de NF-e
que integram-se com o ERP, fazendo esse procedimento
de forma automática.Com o auxílio
desse software de NF-e a empresa automatiza:
a recepção e armazenamento dos
arquivos XML, a validação deles
na Secretaria de Fazenda e a importação
das informações das Notas para
dentro da base de dados do ERP. Tudo isso
com pouco, ou nenhuma, interação
manual do faturista/recebedor.
Quais as soluções em software
disponíveis?
Há ferramentas no mercado que podem
auxiliar as empresas a gerirem melhor seus
processos de gestão de documentos eletrônicos
fiscais. Alguns dos softwares mais completos
do segmento são desenvolvidos pela
empresa G2KA Sistemas. A G2KA é especialista
em soluções para gestão
de NF-e, NFS-e e CT-e e sua atuação
comercial abrange todo país.
Nota Fiscal eletrônica de Saída
A empresa que deseja dispor aos seus clientes
recursos para que eles possam gerenciar as
Notas eletrônicas, poderá utilizar
o Portal B2B. Trata-se de uma solução
web onde a empresa emissora de NF-e disponibiliza
aos seus clientes os arquivos XML através
de um site na internet.Cada cliente recebe
um usuário e senha e acessa o Portal
B2B pelo seu navegador. Ao efetuar o acesso,
o cliente destinatário pode visualizar
todas as Notas Fiscais eletrônicas que
foram emitidas contra ele, em todas as compras
efetuadas. Ele também poderá
executar ações como o download
em lote dos arquivos XML das Notas e a reimpressão
do DANFE.
Nota Fiscal eletrônica de Entrada
Para a gestão e integração
dos documentos de entrada, a G2KA desenvolveu
o Supply B2B.
Ele é uma solução que
permite a automatização das
Notas Fiscais eletrônicas de entrada,
enviadas pelos fornecedores. O software gerencia
a recepção, armazenamento, validação
do documento eletrônico e faz a entrada
das informações dentro do sistema
ERP.Com o Supply B2B não é necessário
digitar as notas de entrada a partir do DANFE.
Ele utiliza as informações presentes
no arquivo XML para, de forma automática,
gerar a nota de entrada na base de dados do
ERP. Esse processo necessita de pouca, ou
nenhuma, intervenção humana,
reduzindo tempo no processo operacional e
eliminando erros de digitação.
Um alerta para as empresas Geralmente as
empresas preocupam-se exclusivamente com a
emissão da NF-e e acabam adotando soluções
mais simples.
Algumas não fazem uma análise
do investimento necessário e não
avaliam o real Custo X Benefício de
uma solução completa.As empresas
que apenas emitem NF-e estão atendendo
parte da legislação, não
ela por completo. A legislação
especifica que, o contribuinte emissor de
NF-e também está obrigado a
armazenar as Notas eletrônicas recebidas
e deve cobrar de seus fornecedores o envio
delas.Não se trata de apenas atender
a legislação. É necessário
que as empresas estejam abertas as mudanças.
São mudanças como estas que
trazem benefícios e permitem a criação
de diferenciais competitivos. Também
são elas que possibilitam o desenvolvimento
e a melhoria nos processos de gestão
das empresas.
Fonte:G2KA Sistemas
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O maior desafio da Nota Fiscal de Serviços
eletrônica (NFS-e) está na adaptação
dos Sistemas de Gestão (ERP) aos portais
das Prefeituras Municipais. Entretanto, há
uma forma rápida de realizar a integração
deste processo.
O Projeto do SPED, tendo como precursor principal
a NF-e, trouxe uma mudança de paradigma
ao Fisco e aos contribuintes brasileiros.
Esta evolução vem ocorrendo
de forma muito rápida e começa
a ganhar maior escala com a NFS-e nos municípios.
A Nota Fiscal de Serviços eletrônica
já está fazendo parte da realidade
de praticamente 7% dos municípios em
todo o Brasil (mais de 370 cidades).
Mas diferentemente da NF-e, a NFS-e apresenta
aspectos tecnológicos que trazem maior
demanda às equipes de TI das empresas.
A falta de um padrão de integração
com os sistemas dos contribuintes é
uma das principais dificuldades. Mas também
há diferenças nas regras de
comunicação, Certificação
Digital, quantidade de informações
e outras características que podem
variar de acordo com cada Prefeitura.
Opção para o ERP, mas com custo
altoUma das formas de preparar o Sistema de
Gestão para a emissão da NFS-e
é desenvolvendo a comunicação
com o Portal da Prefeitura. Essa não
é uma atividade simples. Adequar a
integração para uma Prefeitura
pode até valer a pena, mas em se tratando
de vários municípios, chega
a se tornar inviável.
Às vezes, o sentimento (ou feeling)
do desenvolvedor é de que esse processo
é fácil e rápido, mas
é preciso analisar a fundo as todas
atividades necessárias.Vou citar algumas
seguindo uma sequência de atividades
de trabalho.Primeiro devem ser levantadas
as cidades onde a empresa possui filial e
verificar quais desses municípios possuem
a emissão através da NFS-e.
No caso de uma empresa de software, é
necessário elencar todas as cidades
onde a empresa possui clientes e fazer a mesma
pesquisa identificando quais possuem NFS-e.Uma
vez identificados os municípios, é
necessário entender o que é
e como funciona a NFS-e em cada uma das cidades.
Deve-se obter junto aos municípios
a documentação que explica detalhadamente
como desenvolver a integração
com o ambiente de recepção dos
RPS’s. Depois, é preciso estudar
cada documentação disponibilizada.
Detalhe: Em geral, cada Prefeitura possui
uma forma diferente de integrar.Indo para
a programação, é preciso
mapear as alterações necessárias
e estruturar o ERP para receber tais alterações.
Tendo o mapeamento finalizado, é preciso
desenvolver (programar) as alterações
respeitando as regras de comunicação
e validação de cada Prefeitura.
Depois de implementar, é preciso testar.Para
testar, é necessário solicitar
o credenciamento das filiais em cada uma das
cidades e iniciar o envio dos arquivos. Conforme
os arquivos forem sendo enviados, os ajustes
no sistema vão ocorrendo em paralelo.
No caso das empresas de software, é
preciso identificar os clientes piloto que
auxiliaram nos testes e proceder da mesma
forma, enviando os arquivos.Por fim, é
necessário destinar uma equipe para
controlar as mudanças de legislação
em cada cidade e a efetuar a respectiva manutenção
no sistema de NFS-e.Trabalhoso não?
Opção viável para qualquer
empresa, incluindo as desenvolvedoras de ERPA
opção mais viável e com
menor custo é efetuar a integração
com um sistema especialista em NFS-e. O sistema
especialista em tem como finalidade permitir
a integração facilitada com
os municípios. Isso tira do ERP a necessidade
de proceder com todas aquelas atividades citadas
acima.
Mas o que o ERP precisa fazer? Apenas desenvolver
a exportação de um arquivo para
o Sistema de NFS-e.
O Sistema de NFS-e funciona como um middleware,
gateway ou mensageiro. Ele faz uma "ponte"
entre o Sistema de Gestão e o ambiente
da Prefeitura, tratando as regras de comunicação
de cada município. Neste formato, o
ERP precisa apenas criar a comunicação
com o emissor de NFS-e, não com o ambiente
de cada prefeitura. E, como o modelo de integração
com o emissor de NFS-e é único,
o ERP tem menor custo de desenvolvimento e
manutenção.A empresa desenvolvedora
do Software de Gestão de NFS-e é
responsável por pesquisar os municípios
com nota eletrônica, estudar a documentação,
implementar o desenvolvimento da integração,
tratar as regras de comunicação,
assinatura digital e manter tudo conforme
ocorram atualizações. Tudo isso
para cada município. Desta forma ela
desonera a empresa contribuinte, ou a empresa
desenvolvedora de Sistemas de Gestão
(ERP), de investimentos em tais atividades.
O único investimento por parte delas
é desenvolver a integração
ERP <-> Emissor NFS-e.
Fonte:G2KA Sistemas
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A gestão das Notas eletrônicas
de Entrada é algo tão importante
quanto a gestão das Notas eletrônicas
de Saída.
No processo de emissão as empresas
precisam garantir a correta geração
do arquivo e autorização da
NF-e pela SEFAZ para, posteriormente, poder
encaminhar o XML aos clientes por e-mail.
Mas como proceder com o processo de recepção
das Notas enviadas pelos fornecedores?
É muito importante garantir que esteja
tudo certo com o processo de emissão
da NF-e. Entretanto, há também
que se fazer o processo inverso, colocando-se
no lugar de cliente. Assim como a empresa
está enviando as Notas eletrônicas
para os clientes, outras empresas (fornecedores)
estão fazendo o mesmo processo. E assim
como é obrigatório armazenar
todas as notas enviadas, também é
necessário recepcionar e armazenar
as Notas eletrônicas recebidas.
PORQUE É IMPORTANTE RECEPCIONAR A
NF-E DE ENTRADA?
As informações de entrada são
totalmente relevantes para o controle de estoque,
financeiro, contábil, produção
e demais setores da empresa. Ao receber os
arquivos dos fornecedores, é necessário
atualizar o sistema interno de gestão
com as informações de cada NF-e
recebida. Também é uma exigência
fiscal recepcionar, armazenar e garantir a
validade de todas as Notas eletrônicas
recebidas. A empresa precisa saber se a NF-e
que está recebendo está realmente
validada junto a SEFAZ. Se estiver, é
preciso armazenar ela durante o período
fiscal.
COMO ERA FEITA A ENTRADA DAS INFORMAÇÕES
PARA DENTRO DO ERP?
Antes da NF-e, esse processo era feito manualmente,
sendo necessário digitar as informações
das Notas para alimentar o sistema de gestão
(ERP) com os dados das mercadorias vindas
dos fornecedores. Sendo um processo manual,
demandava tempo e atenção das
pessoas responsáveis por tal atividade.
Era um processo muito frágil, pois
qualquer descuido, falta de concentração
ou erro de digitação poderia
gerar informações erradas no
estoque, financeiro, contábil, etc...
COMO É FEITA A ENTRADA DA NF-E HOJE?Por
incrível que pareça, muitas
empresas ainda efetuam o mesmo processo manual.
A escrituração é feita
através do DANFE, deixando o processo
ainda suscetível a erros, assim como
era antes da NF-e. O arquivo eletrônico
é utilizado apenas para garantir a
guarda fiscal e a entrada das informações
para o sistema de gestão continua via
digitação. Até mesmo
a validação do arquivo é
feita de forma manual: entrando no Portal
da NF-e (ou site da SEFAZ) e consultando a
chave de acesso, DANFE a DANFE.
DE QUE FORMA É POSSÍVEL FAZER
A AUTOMATIZAÇÃO DA NF-E DE ENTRADA?
É necessário possuir um sistema/software/recurso
específico para essa finalidade. Há
no mercado soluções que efetuam
a recepção e validação
dos arquivos XML das Notas eletrônicas.
Essas soluções recebem o e-mail
com o arquivo anexo, fazem o armazenamento
seguro e consultam a chave da NF-e verificando
se ela foi autorizada. Com eles, os usuários
conseguem acompanhar o status das operações,
sem a necessidade de fazê-las manualmente.
Também é possível importar
as informações do arquivo XML
para dentro do sistema de gestão sem
a necessidade de digitar manualmente os dados
dos DANFEs. Este recurso economiza tempo das
pessoas envolvidas, reduz erros de digitação
e simplifica o processo.
ESSAS SOLUÇÕES ESTÃO
DISPONÍVEIS A TODOS? OU SOMENTE PARA
EMPRESAS QUE JÁ EMITEM NF-E?
Depende da solução. A maioria
das soluções trata apenas a
emissão da NF-e. Há outras que
tratam a emissão e a recepção.
São poucas aquelas que permitem emitir,
receber e ainda transferir as informações
das Notas de entrada para o sistema de gestão
interno. É possível encontrar
no mercado soluções bem distintas
e com diferentes recursos. Grande parte das
empresas já emite NF-e, então
ela precisa emitir e receber. Para aquelas
que não emitem, é possível
contratar uma solução que faça
apenas a parte de recepção.
Esse sistema irá receber os arquivos
dos fornecedores, validar eles na SEFAZ e
ainda permitir a integração
com o sistema ERP.
COMO FUNCIONA O CONTROLE DA RECEPÇÃO
DAS NOTAS? ONDE ELAS SÃO ARQUIVADAS?
Geralmente essas soluções procedem
da seguinte maneira:
i) recepcionam o e-mail enviado pelo fornecedor;
ii) identificam se no e-mail há um
arquivo XML anexo;
iii) validam a estrutura do arquivo;
iv) consultam ele na SEFAZ para verificar
está autorizado; e
v) armazenam o arquivo em um banco de dados.
Normalmente, o arquivamento é feito
em um banco de dados, com uma estrutura própria
do sistema emissor/receptor de NF-e. Já
o local, fica a critério da empresa
decidir se esse banco estará instalado
na própria empresa ou em um ambiente
externo, como um Datacenter, por exemplo.
COMO FUNCIONA A INTEGRAÇÃO
COM O SISTEMA DE GESTÃO?
Os dois sistemas precisam estar em sincronia.
A transferência dos dados de um sistema
para outro depende de uma integração
muito consistente. O sistema de recepção
de NF-e faz a recepção, validação,
armazenamento e disponibilização
das informações. Já o
ERP precisa estar preparado para receber as
informações disponibilizadas
pelo gestor de NF-e.Como a solução
de NF-e não conhece a estrutura do
sistema ERP, este precisa disponibilizar alguns
recursos para que aconteça a comunicação.
O sistema de gestão precisa fornecer
um recurso/rotina/funcionalidade que permita
o gestor de NF-e repassar as informações
extraídas dos arquivos XML.
Desta forma, estando os dois se comunicando,
o processo que inicia na recepção
do arquivo XML pelo gestor de NF-e, e vai
até a entrada dos dados no sistema
de gestão, é feita de forma
automática, sem intervenção
humana.
Fonte:G2KA Sistemas
Autor: Maicon Klug
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Antes, na época em que os documentos
eram apenas em papéis, havia dificuldades
como, altos custos para o armazenamento e
riscos de extravio.
Agora, este trabalho ficou mais simples,
com redução da burocracia e
dos custos. No entanto, apenas empresas bem
preparadas se beneficiarão dessas mudanças,
uma vez que toda a tramitação
de documentos fiscais entre as empresas é
fiscalizada eletronicamente pelas administrações
tributárias em todas as esferas.
A legislação em vigor estabelece,
por exemplo, que o receptor da NF-e verifique
a legitimidade da mesma, sob pena da co-responsabilidade
tributária caso não o faça,
entre outras obrigações. Para
evitar esse tipo de problema futuro e guardar
de forma segura os documentos fiscais eletrônicos,
é preciso analisar as necessidades
da empresa e buscar alternativas que as atendam.Uma
maneira de facilitar esse processo é
através do e-Doc,
um software que trabalha no recebimento, armazenamento
e validação de documentos eletrônicos
de forma dinâmica.
Entre os benefícios da utilização
desse sistema, destacam-se a recepção
automática de todos os documentos fiscais
eletrônicos recebidos pela empresa e
a validação junto aos órgãos
autorizadores (SEFAZ), verificando se o documento
recebido está mesmo autorizado. Somente
documentos autorizados são considerados
válidos e assim, suas informações
passam a ser armazenados de forma segura.
Esta guarda está determinada em lei
e os contribuintes precisam disponibilizar
os arquivos aos clientes compradores ou tomadores
de serviços, caso uma auditoria seja
necessária.
O e-Doc
permite a integração com softwares
de Gestão Empresarial (também
conhecidos como ERP), disponibilizando informações
para que seja feita a entrada no Sistema de
Gestão.
O e-Doc
facilita a recepção, armazenamento
e validação dos documentos,
executando os processos sem a intervenção
manual de usuários. Esta automatização
reduz tempo em atividades operacionais e gera
tempo para a tomada de decisões gerenciais.O
sistema monitora um endereço de e-mail
e verifica a chegada das mensagens. Sempre
que for identificado um documento fiscal eletrônico
anexo, automaticamente, ele faz o download
desse conteúdo e salva os arquivos
em um banco de dados. Ele também verifica
se algum documento foi cancelado, efetuando
novas consultas por um período de até
sete dias.
A virtualização dos documentos
fiscais eletrônicos certamente diminuiu
muitas “dores de cabeça”
dos empresários. Porém, se as
informações não forem
gerenciadas de forma correta, poderão,
certamente, criar outras tantas.
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